6.11.09

Lua

E seus olhos me cegam
Sua voz me emudece
Atropelo o tempo
Na pressa dos anseios

Vivê-la em um dia apenas
E nos outros, sem mais
Advir tempo,
Paz?

E que brote no clarear da noite
na face escura da Lua
que não se vê daqui

E em seu dançar, víl
que vire-se a minha mancha
gravada sem rima

Meu folclórico poema
Minha tardia, certeza
De que assim
Assim, me veja!

Um comentário:

  1. Salve, Raphael... eu nem sabia que tinha um escritor quase ao meu lado.
    Acabei de entrar no seu blog e estou lendo. Lerei com calma.
    Grande abraço.
    Vinícius Antunes

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